sexta-feira, 24 de junho de 2011
HOMENAGEM A SÃO JOÃO
São João, santo católico, primo de Jesus Cristo, nascido a 24 de junho é festejado com muita alegria, boa comida, músicas, danças, bebidas e marcada por adivinhações para casamento, simpatias e prognóstico de futuro. Segundo a tradição, o santo adormece durante o dia que lhe é dedicado, porque se estiver acordado vendo o clarão das fogueiras não resiste ao desejo de descer do céu.
Adivinhções
Na véspera de São João deve-se colocar uma faca que ainda não tenha sido usada numa bananeira, e no dia seguinte aparecerá na faca a inicial da noiva ou do noivo.
A agulha também serve para adivinhação. Basta colocá-la num prato cheio d’água. Se ela afundar, a moça não se casa aquele ano, mas se boiar é bom ir preparando o enxoval.
Duas agulhas, na noite de São João, metidas numa bacia d’água se se juntarem indicam casamento.
Outra adivinhação: na véspera escrever em pequenos papéis os nomes de vários pretendentes, colocando-os numa bacia com água; o nome que aparecer no amanhecer será o futuro marido (ou esposa).
Plantar, à meia-noite, três cabeças de alho cada uma correspondendo a um pretendente, no dia seguinte, a que tiver nascido será o nome do futuro marido.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Amor na roça....byestel@
Amor na roça
Estel@
Tá chegando a hora da festança!
Zé Pião... roda... roda, e só fica a oiá a formosa Rosinha
O amor de Zé é pra casório....
Como amiga vou te ensiná como a Rosinha beijá....
Fique na espereita que a hora vai chegá...
Mas fique esperto Zé Pião, senão o Bentinho parte pra ação
Muié gosta de flor, mas também de um amasso atrás do barracão.....
Oh! Zé, chega lá e pregunta:
Rosinha minha flor de maracujá, qué comigo dançà...
Se com um sorriso e olhar brejeiro ela ficá....então ocê pode atacá
Depois de tudo explicadinho, se achegue Zé...vai lá rodopia na barra da saia de sua amada.
Epa! e não é que Zé foi..... mas o que é aquilo......mar começou o arrasta pé, e o esperto do Bentinho a Rosinha agarrô
Coitado do Zè, de oio grande ficou a observá....restou pra ele a foguera pulá...
Zé Pião, meu conselho:
Pare de rodá e vai fazê uma reza pra Santo Antonio prá mode pode casá....
Santo Antonio é dos bão, e há de te ajudá
Se não for com a Rosinha.....comigo será!
E viva o arraiá de Santo Antonio....
Santo bão e casador, veiz de atendê Zé Pião
deu preferência a mim que sempre acreditô no coração
QUE SANTO ANTONIO TE PROTEJA
Estel@
domingo, 12 de junho de 2011
Meu eterno namorado by Estel@
Meu eterno namorado
Estel@
Na pele o cheiro da paixão
Na boca o gosto doce do prazer
No olhar a eterna sedução
Meu amado sempre vou te querer
Nos lençois a carícia da atração
Mesmo longe você é o meu amanhacer
sábado, 11 de junho de 2011
Quando eu te amei ...by estel@
Quando eu te amei
Estel@
Fui feliz e completa
Quando te amei
Não soube o que era solidão
Quando te amei
Sonhei, sorri e vivi
E agora? onde estás?
A minha procura? E suas promessas?
Seu bem querer.....acabou?
Mas quando te amei
Amei.....hoje uma saudade
Que da minha face uma lágrima derramo !
sábado, 4 de junho de 2011
31 de outubro.....Dia Feliz.....by Estel@
31 de outubro....dia Feliz
Estel@
Primavera de 1989, exatamente 31 de outubro, lua cheia brilhando no céu, é chegada a hora.
Peguei minha vassoura, e fui buscar minha felicidade.
Enquanto voava, me divertia vendo as estrelas a me desejar uma boa hora e muita sorte, estrelas sempre foram minhas amigas e confidentes.
E não é que às 23:34 horas, que somando dá 3, um bom número!
Chegou a mim uma dádiva de Deus, lindo, saudável que eu tinha a certeza que me faria feliz para sempre.
Aprontei sua vassourinha, pois ele ia conhecer outra bruxinha que nos esperava ansiosa, com a certeza de que nossa família de mãebruxa, paibruxo e seus bruxinhos, iamos sempre voar com as nossas vassouras, varrendo as incertezas, as dificuldades, as injustiças e voando ao encontro das estrelas, para apresentar a este novo bruxinho uma luz que nos acolhe e proteje.
E sob a luz intensa de uma lua mágica, voamos rumo à magia de ser feliz!
Feliz aniversário bruxinho, espero que nossa familia sempre continue olhando a luz das estrela e do luar!
terça-feira, 10 de maio de 2011
Mãe...à todas as mães....by Estel@
À todas as mães
Estel@
Mãe que é Maria.
Maria que chora pelo seu filho, presença divinal.
Mãe que é Anita.
Anita que pelo seu filho, luta por justiça.
Mãe que é Lourdes.
Lourdes que protege, acalma, com a missão de dar e educar.
Mãe que é Clara.
Clara no falar, no pensar e no dedicar
Mãe que é Regina.
Regina que é rainha, do lar , dos filhos e dos corações
Mãe que é Amélia.
Amélia aquela que não tinha vaidade mas seus filhos são toda a sua vaidade.
Mãe que é Rosa.
Rosa de raro perfume, sem nenhum espinho.
Mãe que é Adriana.
Adriana que canta e encanta.
Mãe que é Cida.
Cida aquela que reza, pede e suplica.
Mãe que é Lia.
Lia que na sua aflição, renuncia.
Mãe que é Margarida.
Margarida com nome de flor, singela, mas com energia
Mãe que é Theresa.
Theresa da infância guardada, que soube doar, ensinar e amar.
Theresa a Luz que me guia.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Atravessando a ponte dos Sonhos by Estel@
Atravessando a ponte dos Sonhos
Estel@
Atravessando a ponte dos sonhos, indo de encontro à busca do ser, encontro pelo caminho a simplicidade, que me diz: como na música, quanto menor a cidade, maior a simpatia e portanto muita solidariedade.
Penso em tudo que a simplicidade me diz, entro numa pequena e bucólica cidade, com seus habitantes a me darem bom dia, sorrisos nos lábios, com uma certa curiosidade de saber quem sou, de onde venho.
Sento-me num banco de jardim à sombra de um velho carvalho, e fico a observar o andar de seus moradores, com passos lentos, leves, sem pressa para viver plenamente a vida, pensando no seu dia a dia com o coração.
Noto também, as crianças sem preocupações, brincando e ecoando no ar seus risos de uma infância plena e feliz.
Me pareceu muito atraente a poesia de uma vida simples, sem atropelos, sem tantas ofertas das grandes cidades, sem seus engarrafamentos, ruídos, poluições ...
A simplicidade me fez ver que, o dia dia pode ser bem vivido buscando seus ideais, de ver o por do sol, respirar o ar puro das manhãs, chuva fina a molhar o solo, e sentir o cheiro de mata molhada, enfim a simplicidade me mostrou que se deve buscar o essência do bem viver.
Mas, como ainda estava numa procura, voltei para a ponte e andei, andei, até que ouvi burburinhos, algazarras e cantorias. Peguei o atalho e fui ver.
Qual minha surpresa ao observar num gramado com árvores frondosas, mulheres, homens, velhos e crianças, num grande e simpático pic nic à sombra das árvores.
Toalhas de um xadrez multicolorido, doces, salgados, sucos, muita música e todos dançando. O que eu tinha encontrado?
Fui chegando devagarzinho, e perguntei a um velhinho simpático que dedilhava seus dedos num tronco acompanhando a melodia: onde estou? Me parece ser um lugar muito alegre.
Ele com muita simpatia me respondeu: aqui vive a alegria, estamos comemorando a construção do telhado do nosso celeiro.
A alegria anda junto com a cooperação, a ajuda e a solidariedade, por isso que hoje cantamos e dançamos porque, a cada trabalho terminado, sempre temos a alegria por perto, a nos lembrar que é fácil e simples ser alegre.
Senti muita leveza, a alegria invadiu meu coração, mas tinha que seguir, queria ver o que tinha no final da ponte.
Peguei o mesmo atalho e continuei o meu caminhar. Foi quando senti um certo arrepio, o sol se escondeu e nuvens negras pairaram sobre mim.
Queria passar rápido por este caminho, mas a curiosidade foi maior, fiquei de longe olhando um lugar sem árvores, sem sol, sem vida, casas caídas e mal cuidadas. Senti que ali moravam o egoismo, a intolerância, o autoritarismo, onde todos brigavam por seus próprios interesses.
Queria sair dali pois pensei, seria este o final desta ponte de sonhos? Não vou caminhar mais, e assim o fiz. Parecia que não ia encontrar mais nada, mas não desisti.
E, quando o cansaço já me abatia encontrei um clarão, tal qual uma luz no fundo do túnel, aquela que todos procuram. Percorri aquele pedaço de ponte, com o coração palpitando de emoção e surpresa.
Cheguei a um cenário, onde tudo podia acontecer, placas indicando onde achar o amor, a dedicação, a caridade, a saúde, o bem estar, a família, a fé, a amizade, e me perguntei sentindo um perfume de flores no ar, onde estou? Essa sensação de leveza, teria encontrado o ser. Voltei meus pensamentos para o inicio de minha travessia, de minha procura e, como um estalo disse: encontrei a cidade da esperança, cheguei no final da ponte, e poderia escolher onde queria viver.
Optei pela cidade da simplicidade, porque conheci o caminho das outras cidades, e poderia voltar a elas quando quisesse ou necessitasse. Claro que passaria pela cidade das sombras, mas fecharia bem os olhos, e regarregaria minhas energias na cidade da esperança, onde a paz é uma constante.
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