quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

simpatia de ano novo para boa saúde

    Simpatia de Saúde


Pegue 3 rosas brancas, que pode ser encontrado facilmente em jardins ou em floriculturas , e coloque em um vaso de preferencia de vidro transparente que nunca tenha sido usado antes. Junte dentro dele seis moedas e uma cebolinha. Coloque água e deixe ficar assim durante 7 dias.
Depois do sétimo dia, troque a água, tire a cebolinha e também troque as rosas. Só deixe ficar as moedas. Essa prática deve ser feita de sete em sete dias, de preferência nas sextas-feiras, o ano todo. Quem assim agir terá paz, dinheiro e harmonia em seu lar.. Principalmente afastando qualquer tipo de enfermidade

domingo, 25 de dezembro de 2011

Natal....uma estrela guia by Estel@

Natal....uma estrela guia...Estel@

Chegou o Natal, olhe para o céu e procure sua estrela guia, ela vai estar lá e nesta pintura do Universo, uma delas vai intensamente brilhar para você.
È a sua estrela guia....
E é Natal !
Natal, tempo de recomeçar.
Recomeçe.... como uma estrela no firmamento, olhando o mundo com luz e esperança renovadas.
Sorria.... sempre quando uma estrela brilhar no céu, ela está te dizendo que é Natal.
Cante..... alto a canção de sua vida, encha seus pulmões de Paz.
È Natal!
Esbanje..... a luz que mora no seu coração.
È Natal!
Doe....e receba.
Anuncie.... com alegria uma boa notícia.
È Natal!
Semeie.... amor , fraternidade e solidariedade
È Natal!
E, de mãos dadas com o menino Jesus,
concentre-se na luz das estrelas, porque sempre haverá uma luzinha piscando para você.
Feliz Natal!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Vamos tomar um cafézinho? by Estel@

                         

Vamos tomar um cafézinho?
Estel@

Com este convite tudo pode acontecer, realizar, festejar, concluir, enamorar ou simplesmente celebrar.
Café,  aroma bem brasileiro,  quente e forte nas manhãs de todas as casas.
Café,  aquele pretinho básico, puro, curto, longo, pingado ou mais sofisticado......
Caneca de café com leite pão e manteiga.....começa o dia.....tem trabalho, abre a janela, limpa a casa, lava o cachorro, vai à feira, no meio de tanta rotina quebra-se com um cafézinho esperto para continuar a jornada.
No escritório... hora do coffe break....para relaxar, jogar conversa  fora, ou ler este e-mail  se preferir....
Depois do almoço , doce sobremesa, mas o café tem que ser com o adoçante, afinal ele repõe as energias e não engorda....santo café!
Café de coador,  tudo lembra ....perfume de casa, da casa da avó,  abraço, da fazenda, para esquentar a chuva fria que cai, esses grãos torrados e moídos, que perfuma a vida.
                    
                                         

domingo, 27 de novembro de 2011

Estela Linfa by Zeca Avelar



Recebi deste acróstico de presente do meu amigo poeta Zeca Avelar a quem agradeço o carinho e a amizade...bjus....Estel@

EsTela Linda
E u com um simples "r'
S erei sempre uma ESTrELA
T ambém sou u'a Mulher_Menina
E vivo sonhando com o amor
L á nos Horizontes distantes
A mor... Amar... Ah... Amantes!

(Zeca Avelar)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Cenas de um cotidiano...byEstel@

Selo  que ganhei do grupo Cantando e Poetizando
pela cronica - Cenas de um cotidiano
É com muito orgulho que agradeço ao grupo e
a owner , minha amiga Luiza Braguin

Cenas de um cotidiano
Estel@


Toda ida tem uma volta, e voltando de uma cidade vizinha, um sol de rachar manona, peguei uma estrada vicinal de terra. Dia quente, nenhuma folha a balançar, aqueles dias de ficar morgando numa rede com uma limonada gelada, claro que só em sonho naquele dia.
Poeira vermelha a cobrir o carro, mas ar condicionado ligado, porque ninguém é de ferro, que naquele calor eu estava mais para borracha.
Até ai, tudo tranquilo, uma músiquinha gostosa, daquelas selecionadas no pen drive, e cantarolando, em ingles, frances , italiano...sozinha podia ser em qualquer idioma.
Absorta nos pensamentos, ao mesmo tempo olhando aquela paisagem, seca por falta de uma abençoada chuvinha, que até então não dava o ar de sua graça, vaquinhas pastando num pasto não tão verde assim e, de repente um treminhão (aqueles grandões de tres carrocerias) fazendo uma manobra para entrar num canavial.
Levei um susto grande e brequei......meu coração acelerou, enroloei a lingua mais uma vez, mas não era de uma canção , mas de paura mesmo.
Tudo sob controle, parei, não na contramão, e nem estava a 120 por hora, e esperei aquele mosntrengo virar, revirar, contorcer...a música tocava e eu mais calma cantava, até ai nada.
Celular chamou, falei, liguei, marquei e desmarquei....
E o Jaspion (ele era do mal né) nem me lembro mais, continuava lá mais parecendo um ser extraterrestre.
De repente me senti observada, será? numa estrada pequena de terra, esse treminhão carregado de cana, escondia seres de outras galáxias?
Não, viajei, era de tarde....esses carinhas só aparecem à noite, é o que dizem....
Tirei os óculos escuros, abaixei o vidro e vi um casal de velhinhos ( não dá para precisar a idade) talvez velhinhos como eu, numa carroça, a senhorinha a se proteger com um guarda chuva preto, daqueles bem surrados, algumas varetas tortas e seu companheiro a fumar um cigarrinho de palha , numa calma que dava gosto de se ver.
Eu já irritada com os ETS, batia os dedos nervosamente na direção....SCG
(sindrome de cidade grande ) acabei de inventar, e os dois a me olhar.
Ai o marido me olha e diz:
-Tarrrde dona, dia quente pra daná,respondi: tarrrde pro senhor também
Como falo mais que matraca de semana santa, puxei conversa
- o sr ta indo pra onde?
-na venda comprá mantimento
-eu: - hummmmm
A conversa rolava.....solta....nossa eu até me estranhei....puxa prosa pra passar o tempo.
Celular toca.... era minha filha dizendo que tinha comprado um ipod, um ai qualquer coisa e contava tudo que esse negocio fazia, mas eu estava mais interessada na conversa do marido, porque a mulher nada balbuciava,só consentia com a cabeça, isso que a conversa, ou melhor o monólogo tava em alta.....
Pensei, se meu marido tivesse aqui ele me trocaria por aquela senhorinha quieta e que mantinha a boca fechada (pra não entrar mosquito), que pra ele seria a salvação da lavoura.
Bem desliguei o celular, e como tinha esgotado todo meu assunto arrisquei
e perguntei:
- o sr. acha que vai chover pra baixar a poeira ( homem do campo sabe tudo), até quando a vaca vai parir.
-a chuva inda demora, o estio tá feio, e a senhorinha banava a cabeça
Nisso os invasores deste mundo de cana, entrou no seu destino, eu não queria sair na frente pra eles não comerem poeira, afinal eu estava de jeep e eles de carroça...esperei.
Ele me dissse:
-pode ir dona, nois vai demorá.
Eu fui bem devagar, porque com aquela égua ou cavalo, não vi direito, ele não ia me alcançar e ai fui.....pensando.....pensando
Eu com carro, ipod,ipad, mp5,iphone, celular,o notebook (absolutamente desnecessário naquele lugar) só se fosse para contatos imediatos com os verdinhos no canavial, cds player, pen drive, air bag, gps, trt,tre,ssp, spc, e por ai vai até chegar no etc...
Desliguei tudo, não o carro , porque a pé hoje não estaria escrevendo isso,
pensei...... que vida daqueles dois, um cigarro de palha, um guarda chuva(acho que nem automático era), uma carroça, um cavalo ou égua, uma sacola ou emborná (como dizem por aqui), indo fazer uma comprinha.
Seriam eles mais felizes? Não sei, só vivendo..
Sacudi a poeira, dei a volta por cima, e o Roberto Carlos me emocionou mais uma vez!.....com ...eu tenho tanto.. pra lhe falar...mas com palavras...não sei dizer...como é grande....o meu amor...
por Você!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

dia do professor by Estel@

Luiza era igual a qualquer criança, esperta, travessa e curiosa, que gostava de estudar, de desenhar e de ir à escola.
Tinha 7 anos e estava na fase das descobertas e o do aprendizado da vida.
Levantava cedo, e depois de um bom café, lá ia ela toda faceira com seu uniforme de saia de pregas azul e blusa branca de gola engomada e bem passada.
Luiza andava até sua escola, passando pela praça da Matriz, sempre observando os bichinhos feitos de cedrinho, os passáros a cantar e as nuvens no formato que via a sua imaginação.
Só quando escutava as portas das lojas começando a abrir, e o cheiro de pão quentinho da padaria é que ela voltava à realidade, e corria para não chegar atrasada.
Passava na casa da amiga Aninha, e subiam juntas para a escola, um prédio grande e suntuoso como eram as escolas estaduais.
O sino chamava para as aulas.
Luiza gostava muito de enfeitar seus cadernos, com decalques, figurinhas que se colavam no cabeçalho do caderno, e com uma boa letrinha escrevia o nome da escola e o seu nome, sua identificação com a escola.
D. Pitita entrava, todas se levantavam e davam o bom dia professora,ritual diário de respeito e admiração.
Cantava-se o Hino Nacional.
Era hora de aprender!
Com a dedicação de um sacerdócio, D. Pitita abria a cartilha "Caminho Suave", e ensinava o b a ba, passando para todos seu saber e dever, construindo um futuro de luz da sabedoria.
Seus ensinamentos transformavam as aulas numa aventura maravilhosa do aprender, com a sua dedicação de ir de carteira em carteira para ver se a lição foi compreendida.
Dia do professor, era um dia especial!
Luiza ficava inquieta e atormentava a mãe para comprar um presente.
Todos levavam presentes, flores embaladas no celofane com belos laços, cestas de doces embrulhadas para presente, livros, ou apenas uma cartinha escrita
com a letrinha ainda desengonçada, mas com muito afeto e carinho.
Naquela manhã do dia 12 de outubro, Luiza toda orgulhosa levou um lindo bolo confeitado com cravos de glassê cor de rosa, e com a dedicatória de " Feliz Dia do Professor".
Era um jeito de agradecer a tão importante presença do Professor na vida de cada um.
A Professora saiu de cena, mas no seu coração e pensamento a cena será eterna.
Saudade da minha mãe, professora por 38 anos, que professou a sua vocação para ensinar, e também aprender.


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Prima Vera....by Estel@



 Estel@
Olhando pela janela vi florido meu pé de manacá, era o anuncio que minha Prima Vera estava para chegar.
Que alegria, veio linda, cheia de flores, perfumada com seu vestido de miosotis leve e solto, nos cabelos uma fita rosa de uma cor nunca vista.
Trouxe para mim um ramalhete com flores do campo de mil cores.
Eu a recebi com um sorriso de resto de ceu azul de outono, mas todas aquelas cores que brincam com nossas sensações, como um vento entrando e se instalando do cheiro de jasmim.
É a estação do amor! As árvores estendem seus longos braços, como se quisesem nos abraçar.
E sempre a minha querida e florida Prima Vera com sua profusão de cores e matizes, vai anunciando novos sabores, novos amores , novos prazeres, caminhando junto com o doce e frenético vôo dos beija- flores.
È ela minha Prima Vera chegando, cantando e encantando